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A VERDADE SOBRE A CAMISINHA, FALSA PROTEÇÃO


“Proteja-se. Use camisinha!” Quem nunca ouviu essa frase. Os meios de comunicação a veiculam a exaustão. Perto do Carnaval essas campanhas chegam a encher o saco. Dizem : “Aproveite o Carnaval, use a camisinha!”,ou seja, transe com quem quiser, a camisinha te protegerá. Pode-se dizer que ela é considerada é um ente quase “graálico”, atualmente. Mas será isso verdade? Será ela tão poderosa assim? A OMS (Organização Mundial da Saúde) e Ministério da Saúde dizem que sim.
A Santa Igreja Católica discorda dessa visão errônea. Tem razões morais e científicas para ter tal opinião, sem contar seus 2.000 anos de História e o fato de ter sido fundada pelo Filho do Altíssimo e ter perpétua assistência do Mesmo e do Espírito Santo, que já lhe dão autoridade suficiente. Acusam a Igreja de ser retrógrada e de ser culpada pela disseminação da AIDS uma vez que não permite o uso da camisinha. Até parece que quem sai transando por qualquer motivo se preocupa com o que a Igreja diz. E a AIDS se espalha mais na África um continente onde somente 15% da população é cristã, a maioria é muçulmana. Veremos então os motivos da Santa Igreja para ser contra a camisinha. Será mostrado que ela é falha.
Moralmente falando, a camisinha fomenta as pessoas ao desregramento sexual. Por acharem que estão protegidas as pessoas (principalmente os jovens) tendem a ter um comportamento pouco decente e prudente. Mesmo que a camisinha fosse infalível ainda assim seria um mal. Pois as pessoas banalizariam o sexo (muito mais ainda). O mundo se tornaria um bacanal. Parece fácil ir contra uma visão mais liberal de sexo. Mas imagine isso na sua vida, seu esposo(a) ou namorada(o) tendo relações com terceiros. Sua filha ou irmã de 15 anos transando com o namorado. Isso não seria problema pois a camisinha os protegeria. Mas é difícil imaginar, não?
Sob o ponto de vista científico. Cito apenas 3 estudos a fim não me delongar.
Em 1992 o dr. Robert F. Carey, pesquisador do FDA (Food and Drug Administration, orgão estadunidense encarregado de aprovar medicamentos, próteses, aditivos alimentares e etc.), introduz microesferas de poliestireno do diâmetro do vírus HIV em preservativos aprovados pela própria FDA e submeteu a uma simulação à pressões semelhantes as de uma relação. 1/3 deles perdeu de 0,4 a 1,6 nanolitros. Numa relação de 2 minutos com um preservativo que perde 1 nanolitro por segundo passariam 12.000 vírus HIV. O HIV é 450 vezes menor que um espermatozóide.
A mesma FDA testou 430 marcas com 102.000 preservativos; 165 fabricadas nos EUA com 38.000 preservativos e 265 marcas estrangeiras com 64.000 preservativos. O resultado da pesquisa verificou que 12% das marcas de estadunidenses e 21% das estrangeiras não tinha um nível suficiente de qualidade. Aceitando essa taxa de defeitos, a probabilidade de falha no caso do preservativo seria de 20,8% anual se mantivessem relações uma vez por semana e de 41,6% se fossem duas vezes por semana. Na França outro estudo, em 2003, efetuado pelo Instituto de Saúde e Pesquisa Médica indica que metade das camisinhas se rompe ou são mal utilizados. Logo 50% das camisinhas não tem eficiência prática, segundo esse estudo, visto que em laboratórios os testes seguem diversas normas o que não acontece aqui fora.
Afirmar que a camisinha é totalmente segura é uma MENTIRA sem tamanho. Por que na dizem isso? Por que batem na Igreja se o que ela diz é verdade? A verdadeira proteção contra AIDS , que não é única mas fundamentalmente transmitida por via sexual, é ter uma vida regrada. Não ceder a paixões e instintos. Somos seres racionais e instintivos e emocionais. Não acredite nas MENTIRAS que todos os meios de comunicação propagam dizendo que a camisinha protege de tudo e, portanto, podemos fazer o que quiser, treparmos com quisermos pois ela nos protegerá. Seja preservativo, não use preservativo. Use a cabeça e tenha uma vida decente.

O Ministério da Saúde já está inaugurando as primeiras 400 “máquinas de camisinha”, nas Escolas públicas, segundo o anúncio do ministro da Saúde, José Gomes Temporão, durante o 7º Congresso Brasileiro de Prevenção das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) e Aids, em Florianópolis. O encontro foi promovido pelo Programa Nacional de DST/Aids do Ministério da Saúde. A Igreja não concorda em hipótese alguma com esta medida imoral e inócua; e os nossos Bispos, bem como o Papa, já se manifestaram muitas vezes contra o uso e a distribuição de “camisinhas” para os jovens, por se tratar de um procedimento imoral e que fomenta o uso irresponsável do sexo, deseduca o jovem e faz aumentar ainda mais a contaminação pela AIDS, e também o aumento do número de meninas grávidas, como mostram alguns especialistas. É uma tristeza e uma vergonha que se estimule, mesmo que indiretamente, os nossos filhos à promiscuidade sexual. O jovem cristão jamais deverá usar uma camisinha pelos seguintes motivos: 1 – a vida sexual deve ser vivida apenas no casamento de um homem com uma mulher (Gen 2, 24) unidos em matrimônio. Fora disso a vida sexual é pecaminosa (fornicação ou adultério);2 – o ato sexual entre os casais deve sempre estar aberto `a vida, e não ser impedido por meios artificiais, como a camisinha. Seu uso é imoral em qualquer situação;3 – está mais que comprovado que a camisinha não proporciona o tal “sexo seguro”; muitos pesquisadores afirmam que o vírus da AIDS, por ser cerca de 500 vezes menor que um espermatozóide, pode através o látex da camisinha, especialmente quando há problema de vencimento do prazo, má conservação, más fabricação, etc.
Uganda é o único pais da África que conseguiu até hoje baixar consideravelmente o número de contaminados pelo vírus da AIDS, com uma campanha de fidelidade conjugal e de abstinência sexual antes do casamento. A castidade mostrou os seus frutos. A contaminação caiu de 26% para 6%. Por outro lado, a Àfrica do Sul, esta´ com 30% da população contaminada, mesmo com o derramamento de milhões de camisinhas sobre a população.
O Papa João Paulo II assim se expressou sobre a “camisinha”:“Além de que o uso de preservativos não é 100% seguro, liberar o seu uso convida a um comportamento sexual incompatível com a dignidade humana… O uso da chamada camisinha acaba estimulando, queiramos ou não, uma prática desenfreada do sexo … O preservativo oferece uma falsa idéia de segurança e não preserva o fundamental” (Pergunte ao Papa, Augusto Silberstein, Legnar Informática e Editora Ltda, SP, pg. 57). O teatrólogo francês, católico, Paul Claudel, disse certa vez que: “a juventude não foi feita para o prazer, mas para o desafio”. Se você quer um dia construir uma família sólida, um casamento estável e uma felicidade duradoura, então precisa plantar hoje, para colher amanhã. Ninguém colhe se não semear. Na carta aos gálatas, São Paulo diz: “De Deus não se zomba. O que o homem semeia, isto mesmo colherá.” (Gl 6,7) A gravidade do pecado da impureza é que mancha o Corpo de Cristo. “Ora, vós sois o corpo de Cristo e cada um de sua parte, é um dos seus membros” (1Cor 12,27), diz São Paulo, “… assim nós, embora sejamos muitos, formamos um só corpo em Cristo, e cada um de nós somos membros uns dos outros”. (Rom 12,5)
Já é hora de voltarmos a falar aos jovens, corajosamente, sobre a importância da castidade e da virgindade. A família cristã, diante deste mundo paganizado, é chamada a dar testemunho dessas verdades. Também sobre a homossexualidade, os pais têm o dever de ensinar os filhos o que ensina a Igreja. Muitos pais já estão sendo levados a serem “tolerantes” com o pecado de seus filhos. Isto fere a moral católica e a lei de Deus. Vale a pena recordar as sérias advertências de São Paulo:
“Ou não sabeis que o vosso corpo é templo do Espírito Santo que habita em vós, o qual recebestes de Deus, e que, por isso mesmo, já não vos pertenceis? Porque fostes comprados por um grande preço”. (1 Cor 6,19)“O corpo, porém não é para a impureza, mas para o Senhor e o Senhor para o Corpo: Deus que ressuscitou o Senhor, também nos ressuscitará a nós pelo seu poder”. (1 Cor 6,13). “Glorificai, pois, a Deus no vosso corpo”. (1 Cor 6,20)“Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá. Porque o templo de Deus é sagrado – e isto sois vós”. (1 Cor 3,16-17)
O Mahatma Gandhi, que libertou a Índia, e que não era cristão, mas amava Jesus, disse essas belas palavras: “A castidade não é uma cultura de estufa… A castidade é uma das maiores disciplinas, sem a qual a mente não pode alcançar a firmeza necessária”. “A vida sem castidade parece-me vazia e animalesca”. “Um homem entregue aos prazeres perde o seu vigor, torna-se efeminado e vive cheio de medo. A mente daquele que segue as paixões baixas é incapaz de qualquer grande esforço”. (Tomás Tochi, “Gandhi, mensagem para hoje”, Ed. Mundo 3, SP, pp. 105ss,1974)
Os homens e mulheres que mais contribuíram para o progresso do ser humano e do mundo, foram aqueles que souberam dominar as suas paixões, e, sobretudo viver a castidade. Fico impressionado de observar como têm vida longa, por exemplo, a maioria dos nossos Bispos católicos, e tantos sacerdotes que sempre guardaram com carinho a castidade. Se ela fosse prejudicial à saúde, não teríamos tantos bispos, padres e freiras, tão idosos, felizes e equilibrados. Santo Agostinho dizia: “se queres ser feliz, sê casto”.
O Estado é laico, mas o povo brasileiro é católico em sua maioria, comprovada pelo Instituto de Pesquisa do próprio governo, o IBGE. Então esse bom povo católico tem o direito que os seus filhos recebam uma educação pública de acordo com os seus bons costumes, que moldaram a nossa Civilização, sem imoralidades. Por isso, é dever e direito dos pais protestarem ordenadamente contra esse absurdo implantado em nossas escolas. Se não o fizerem, seus filhos serão moldados pela mentalidade neo-pagã que domina cada vez a sociedade e o Estado.
Prof. Felipe Aquino .

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Categorias:Uncategorized
  1. Jairo Junior
    dezembro 12, 2008 às 3:00 pm

    Ótima postagem Renê!Parabéns pelo seu(s) blog(s)!Continue!

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