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Archive for maio \29\UTC 2009

SEQUÊNCIA DO PENTECOSTES


Vinde, ó santo Espírito,
vinde, Amor ardente,
acendei na terra
vossa luz fulgente.

Vinde, Pai dos pobres:
na dor e aflições,
vinde encher de gozo
nossos corações.

Benfeitor supremo
em todo o momento,
habitando em nós
sois o nosso alento.

Descanso na luta
e na paz encanto,
no calor sois brisa,
conforto no pranto.

Luz de santidade,
que no Céu ardeis,
abrasai as almas
dos vossos fiéis.

Sem a vossa força
e favor clemente,
nada há no homem
que seja inocente.

Lavai nossas manchas,
a aridez regai,
sarai os enfermos
e a todos salvai.

Abrandai durezas
para os caminhantes,
animai os tristes,
guiai os errantes.

Vossos sete dons
concedei à alma
do que em Vós confia:
Virtude na vida,
amparo na morte,
no Céu alegria.

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PAPA BENTO XVI-Mensagem para o 43º Dia Mundial das Comunicações Sociais

“Novas tecnologias, novas relações. Promover uma cultura de respeito, de diálogo, de amizade”

Amados irmãos e irmãs,

Aproximando-se o Dia Mundial das Comunicações Sociais, é com alegria que me dirijo a vós para expor-vos algumas das minhas reflexões sobre o tema escolhido para este ano: “Novas tecnologias, novas relações. Promover uma cultura de respeito, de diálogo, de amizade”.

Com efeito, as novas tecnologias digitais estão a provocar mudanças fundamentais nos modelos de comunicação e nas relações humanas. Estas mudanças são particularmente evidentes entre os jovens que cresceram em estreito contato com estas novas técnicas de comunicação e, consequentemente, sentem-se à vontade num mundo digital que entretanto para nós, adultos que tivemos de aprender a compreender e apreciar as oportunidades por ele oferecidas à comunicação, muitas vezes parece estranho. Por isso, na mensagem deste ano, o meu pensamento dirige-se de modo particular a quem faz parte da chamada geração digital: com eles quero partilhar algumas ideias sobre o potencial extraordinário das novas tecnologias, quando usadas para favorecerem a compreensão e a solidariedade humana. Estas tecnologias são um verdadeiro dom para a humanidade: por isso devemos fazer com que as vantagens que oferecem sejam postas ao serviço de todos os seres humanos e de todas as comunidades, sobretudo de quem está necessitado e é vulnerável.

A facilidade de acesso a telemóveis e computadores juntamente com o alcance global e a onipresença da internet criou uma multiplicidade de vias através das quais é possível enviar, instantaneamente, palavras e imagens aos cantos mais distantes e isolados do mundo: trata-se claramente duma possibilidade que era impensável para as gerações anteriores. De modo especial os jovens deram-se conta do enorme potencial que têm os novos “media” para favorecer a ligação, a comunicação e a compreensão entre indivíduos e comunidade, e usam-nos para comunicar com os seus amigos, encontrar novos, criar comunidades e redes, procurar informações e notícias, partilhar as próprias ideias e opiniões. Desta nova cultura da comunicação derivam muitos benefícios: as famílias podem permanecer em contato apesar de separadas por enormes distâncias, os estudantes e os investigadores têm um acesso mais fácil e imediato aos documentos, às fontes e às descobertas científicas e podem por conseguinte trabalhar em equipe a partir de lugares diversos; além disso a natureza interactiva dos novos “media” facilita formas mais dinâmicas de aprendizagem e comunicação que contribuem para o progresso social.

Embora seja motivo de maravilha a velocidade com que as novas tecnologias evoluíram em termos de segurança e eficiência, não deveria surpreender-nos a sua popularidade entre os utentes porque elas respondem ao desejo fundamental que têm as pessoas de se relacionar umas com as outras. Este desejo de comunicação e amizade está radicado na nossa própria natureza de seres humanos, não se podendo compreender adequadamente só como resposta às inovações tecnológicas. À luz da mensagem bíblica, aquele deve antes ser lido como reflexo da nossa participação no amor comunicativo e unificante de Deus, que quer fazer da humanidade inteira uma única família. Quando sentimos a necessidade de nos aproximar das outras pessoas, quando queremos conhecê-las melhor e dar-nos a conhecer, estamos a responder à vocação de Deus, uma vocação que está gravada na nossa natureza de seres criados à imagem e semelhança de Deus, o Deus da comunicação e da comunhão.

O desejo de interligação e o instinto de comunicação, que se revelam tão naturais na cultura contemporânea, na verdade são apenas manifestações modernas daquela propensão fundamental e constante que têm os seres humanos para se ultrapassarem a si mesmos entrando em relação com os outros. Na realidade, quando nos abrimos aos outros, damos satisfação às nossas carências mais profundas e tornamo-nos de forma mais plena humanos. De fato amar é aquilo para que fomos projetados pelo Criador. Naturalmente não falo de relações passageiras, superficiais; falo do verdadeiro amor, que constitui o centro da doutrina moral de Jesus: “Amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma, com todo o teu entendimento e com todas as tuas forças” e “amarás o teu próximo como a ti mesmo” (cf. Mc 12, 30-31). Refletindo, à luz disto, sobre o significado das novas tecnologias, é importante considerar não só a sua indubitável capacidade de favorecer o contato entre as pessoas, mas também a qualidade dos conteúdos que aquelas são chamadas a pôr em circulação. Desejo encorajar todas as pessoas de boa vontade, ativas no mundo emergente da comunicação digital, a que se empenhem na promoção de uma cultura do respeito, do diálogo, da amizade.

Assim, aqueles que operam no setor da produção e difusão de conteúdos dos novos “media” não podem deixar de sentir-se obrigados ao respeito da dignidade e do valor da pessoa humana. Se as novas tecnologias devem servir o bem dos indivíduos e da sociedade, então aqueles que as usam devem evitar a partilha de palavras e imagens degradantes para o ser humano e, consequentemente, excluir aquilo que alimenta o ódio e a intolerância, envilece a beleza e a intimidade da sexualidade humana, explora os débeis e os inermes.

As novas tecnologias abriram também a estrada para o diálogo entre pessoas de diferentes países, culturas e religiões. A nova arena digital, o chamado cyberspace, permite encontrar-se e conhecer os valores e as tradições alheias. Contudo, tais encontros, para ser fecundos, requerem formas honestas e correctas de expressão juntamente com uma escuta atenciosa e respeitadora. O diálogo deve estar radicado numa busca sincera e recíproca da verdade, para realizar a promoção do desenvolvimento na compreensão e na tolerância. A vida não é uma mera sucessão de fatos e experiências: é antes a busca da verdade, do bem e do belo. É precisamente com tal finalidade que realizamos as nossas opções, exercitamos a nossa liberdade e nisso, isto é, na verdade, no bem e no belo, encontramos felicidade e alegria. É preciso não se deixar enganar por aqueles que andam simplesmente à procura de consumidores num mercado de possibilidades indiscriminadas, onde a escolha em si mesma se torna o bem, a novidade se contrabandeia por beleza, a experiência subjectiva sobrepõem-se à verdade.

O conceito de amizade logrou um renovado lançamento no vocabulário das redes sociais digitais que surgiram nos últimos anos. Este conceito é uma das conquistas mais nobres da cultura humana. Nas nossas amizades e através delas crescemos e desenvolvemo-nos como seres humanos. Por isso mesmo, desde sempre a verdadeira amizade foi considerada uma das maiores riquezas de que pode dispor o ser humano. Por este motivo, é preciso prestar atenção a não banalizar o conceito e a experiência da amizade. Seria triste se o nosso desejo de sustentar e desenvolver on-line as amizades fosse realizado à custa da nossa disponibilidade para a família, para os vizinhos e para aqueles que encontramos na realidade do dia-a-dia, no lugar de trabalho, na escola, nos tempos livres. De fato, quando o desejo de ligação virtual se torna obsessivo, a consequência é que a pessoa se isola, interrompendo a interação social real. Isto acaba por perturbar também as formas de repouso, de silêncio e de reflexão necessárias para um são desenvolvimento humano.

A amizade é um grande bem humano, mas esvaziar-se-ia do seu valor, se fosse considerada fim em si mesma. Os amigos devem sustentar-se e encorajar-se reciprocamente no desenvolvimento dos seus dons e talentos e na sua colocação ao serviço da comunidade humana. Neste contexto, é gratificante ver a aparição de novas redes digitais que procuram promover a solidariedade humana, a paz e a justiça, os direitos humanos e o respeito pela vida e o bem da criação. Estas redes podem facilitar formas de cooperação entre povos de diversos contextos geográficos e culturais, consentindo-lhes de aprofundar a comum humanidade e o sentido de corresponsabilidade pelo bem de todos. Todavia devemo-nos preocupar por fazer com que o mundo digital, onde tais redes podem ser constituídas, seja um mundo verdadeiramente acessível a todos. Seria um grave dano para o futuro da humanidade, se os novos instrumentos da comunicação, que permitem partilhar saber e informações de maneira mais rápida e eficaz, não fossem tornados acessíveis àqueles que já são económica e socialmente marginalizados ou se contribuíssem apenas para incrementar o desnível que separa os pobres das novas redes que se estão a desenvolver ao serviço da informação e da socialização humana.

Quero concluir esta mensagem dirigindo-me especialmente aos jovens católicos, para os exortar a levarem para o mundo digital o testemunho da sua fé. Caríssimos, senti-vos comprometidos a introduzir na cultura deste novo ambiente comunicador e informativo os valores sobre os quais assenta a vossa vida. Nos primeiros tempos da Igreja, os Apóstolos e os seus discípulos levaram a Boa Nova de Jesus ao mundo greco-romano: como então a evangelização, para ser frutuosa, requereu uma atenta compreensão da cultura e dos costumes daqueles povos pagãos com o intuito de tocar as suas mentes e corações, assim agora o anúncio de Cristo no mundo das novas tecnologias supõe um conhecimento profundo das mesmas para se chegar a uma sua conveniente utilização. A vós, jovens, que vos encontrais quase espontaneamente em sintonia com estes novos meios de comunicação, compete de modo particular a tarefa da evangelização deste “continente digital”. Sabei assumir com entusiasmo o anúncio do Evangelho aos vossos coetâneos! Conheceis os seus medos e as suas esperanças, os seus entusiasmos e as suas desilusões: o dom mais precioso que lhes podeis oferecer é partilhar com eles a “boa nova” de um Deus que Se fez homem, sofreu, morreu e ressuscitou para salvar a humanidade. O coração humano anseia por um mundo onde reine o amor, onde os dons sejam compartilhados, onde se construa a unidade, onde a liberdade encontre o seu significado na verdade e onde a identidade de cada um se realize numa respeitosa comunhão. A estas expectativas pode dar resposta a fé: sede os seus arautos! Sabei que o Papa vos acompanha com a sua oração e a sua bênção.

Vaticano, 24 de Janeiro – dia de São Francisco de Sales – de 2009.

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Fruto de Estupro, Pastor prega a vida

Alecy Alves

Cuiabano nascido de um ato de violência sexual transforma no dia-a-dia os traumas da rejeição e discriminação sofridos na infância e adolescência numa campanha de amor e valorização da vida. Há 11 anos, Paulo Marcos de Barros, 37, que hoje é pastor da Igreja Batista Nacional, conta sua história em igrejas, escolas, seminários, congressos e palestras de motivação em empresas.

Mais recentemente, há quatro anos, ele produziu um documentário em vídeo no qual apresenta testemunhos e relata o que aconteceu com sua mãe, Regina das Graças Barros, hoje com 57 anos. Regina é uma deficiente mental que aos 18 anos foi violentada sexualmente por cinco homens em diferentes ocasiões até a descoberta da gravidez pelos pais.

Acometida por meningite e sarampo com menos de dois anos de vida, ela teve danos cerebrais irreversíveis. Regina nunca falou fluentemente. Além disso, a deficiência se agravou e outras doenças surgiram, como a hipertensão e um câncer uterino em 1999. Para piorar, hoje ela está praticamente cega e dependente de uma cadeira de rodas.

Com a morte dos pais de Regina, Raida e Aristóbolo Barros, há 19 anos o filho rejeitado pelos parentes e amigos tornou-se o anjo de guarda da mãe. É ele quem lhe dá banho, põe o alimento na boca, a leva para a cama e ainda pinta seus cabelos, corta e faz suas unhas. Ele diz que como a mãe sempre foi vaidosa e reclamava quando os cabelos estavam feios, sem corte ou com fios brancos, ele decidiu manter esses cuidados mesmo agora, quando ela não consegue ver com nitidez, porque percebe que o cuidado a agrada.

“Acho que nasci e sobrevivi porque tenho como missão cuidar da minha mãe e ajudar outras pessoas com o meu testemunho”, avalia o pastor. De acordo com Paulo, chocados com a gravidez da filha deficiente, os avós dele chegaram a levar Regina em dois médicos na tentativa de fazer o aborto, mas um deles pediu alguns dias para pensar e o outro se recusou a fazê-lo, ao constatar que a gestação já estava no quinto mês.

Se não bastasse, Paulo nasceu prematuro, de sete meses, pesando apenas um quilo e 100 gramas, numa época em que a medicina não dispunha de recursos como UTI neonatal. “Minha avó contava que eu era tão pequeno que para ajuda na minha recuperação ela me mantinha aquecido em panos dentro de uma caixa de sapatos”, recorda.

A proposta do pastor é que esse documentário indique que estão errados aqueles que reclamam da vida por coisas sem importância ou que pensam em desistir de viver. Ele frisa que as experiências dele são prova de que não existem problemas intransponíveis. Casado com a comerciária Karina Barros e pai do pequeno Davi, de cinco anos, Paulo diz que se considera, acima de tudo, uma pessoa feliz. Ele diz que curou os próprios traumas, vindos do fato de saber ser fruto de um caso de violência sexual.

Paulo levantou informações sobre a deficiência, o estupro, a gravidez da mãe e seu nascimento com parentes, vizinhos, médicos e outras pessoas. Ele conta que a mãe, que tinha idade mental de uma criança de cinco anos por causa da deficiência, primeiro foi estuprada pelo filho de uma vizinha, depois por um soldado, dias ou meses após pelo marido de outra vizinha e em seguida pelo rapaz que supostamente seria seu pai. Os atos de violência ocorriam quando ela visitava vizinhos ou brincava na porta de outras casas da rua onde morava.

Fonte: Diário de Cuiabá

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UMA IMAGEM QUE VALE POR 1000 PALAVRAS

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ORDENAÇÃO SACERDOTAL DO PADRE ADRIANO CÂNDIDO















O Bom pastor da vida pelas suas ovelhas

Com imensa gratidão a Deus, a diocese de crateus se reuniu no ultimo dia 02 de maio,para junto a paroquia de ararendá se alegrar e celebrar a ordenação presbiteral do então diácono Adriano cândido.

Filho do município de ararendá. Padre Adriano escolheu sua cidade natal para viver e testemunhar esse dia inesquecível na sua vida, de sua familia e daquela comunidade.
A celebração foi presidida pelo bispo diocesano de crateus Dom Jacinto Brito e concelebrado pelo clero da diocesse.

O local da ordenação foi no Liceu de ararenda, devido a incerteza do tempo que nao permitia faze-la na frente da igreja.
ABaixo um pequeno video da ordenação, e fotos.

Parabéns a diocese de Crateús por ganhar mas um sacertode.
Parabéns Padre Adriano.

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Subo ao altar de Deus que e alegria da minha juventude

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