Arquivo

Archive for novembro \30\UTC 2009

Alma do sacerdote deve ter “musculatura de Rambo”

novembro 30, 2009 1 comentário

Congregação para o Clero apresenta dois encontros sobre o sacerdócio

ROMA, domingo, 29 de novembro de 2009 (ZENIT.org).- A alma do sacerdote deve ter “uma musculatura interior de Rambo”, que seja alimentada com “a oração, a vida interior e a verdadeira motivação”.

Foi o que indicou na sexta-feira o secretário da Congregação para o Clero, Dom Mauro Piacenza, que se reuniu com um pequeno grupo de jornalistas para apresentar algumas reflexões e atividades que se realizarão em Roma no contexto do Ano Sacerdotal, evento que encerra a 11 de junho na basílica de São Pedro.

Ele se referiu ao congresso “Fidelidade de Cristo, fidelidade do sacerdote”, que acontece nos dias 11 e 12 de março na Pontifícia Universidade Lateranense. Também citou o Encontro mundial de sacerdotes, que apresentará várias atividades acadêmicas e litúrgicas nas quatro basílicas maiores de Roma, de 9 a 11 de junho.

A organização de ambos encontros está a cargo da Obra Romana de Peregrinações, dependente do Vicariato de Roma, órgão da Santa Sé.

Temas como cristologia, identidade sacerdotal, desafios da cultura contemporânea, liturgia, celibato e atividade pastoral serão abordados não só do ponto de vista dos padres, mas também dos seminaristas, diáconos e leigos.

No próximo dia 11 de junho, uma sexta-feira, solenidade do Sagrado Coração de Jesus, o Ano Sacerdotal será encerrado na basílica de São Pedro com uma missa presidida pelo Papa.

Frutos

Dom Piacenza assegurou que durante este ano comemorativo, do qual se passaram cinco meses, muitos sacerdotes se renovaram na vocação. Ele disse que “por renovação não se entende revolução”, mas uma “renovação interior”, quer dizer, uma redescoberta das fontes da vocação sacerdotal.

Indicou que neste ano se deve “expressar o agradecimento por um serviço que tantas vezes se faz escondido”, referindo-se às atividades pastorais e litúrgicas que tantos sacerdotes desempenham”.

Dom Piacenza assinalou que são vários os aspectos da vocação sacerdotal que se pretendem ressaltar. Em primeiro lugar, a adoração eucarística: “a primeira coisa que devemos fazer é rezar”, disse o secretário.

Ele destacou ainda o papel de várias dioceses no mundo, muitas das quais têm dado uma ênfase especial nas jornadas de adoração ao Santíssimo pela santidade dos sacerdotes.

Exemplos

“Os sacerdotes às vezes devem remar contra a corrente”, disse Dom Piacenza, falando “em sentido evangélico, quer dizer, fazer guerra, mas de santidade”.

Ele convidou a recordar a figura do Santo Cura D’Ars. “Que ele fez de extraordinário?”. “Nada”, respondeu. “Centrou tudo em sua vocação: as obras pastorais, a eucaristia e a confissão”.

A respeito do sacramento da confissão, Dom Piacenza afirmou: “oxalá todos nós, sacerdotes, fôssemos ‘explorados’ pelos fiéis”.

Referindo-se a São João Maria Vianney, indicou que “não tinha dotes particularíssimos de inteligência”, mas “foi um pastor excepcional. Não se licenciou em pastoral”, porque o trabalho de um sacerdote se aprende especialmente “com o amor de Deus”.

O prelado assegurou que neste ano se quer ressaltar o aspecto da maternidade espiritual, recordando o exemplo de Santa Teresinha do Menino Jesus, que ofereceu tantas orações, sacrifícios e mortificações pela santidade de muitos sacerdotes, até o ponto de ser declarada padroeira das missões, apesar de sua condição de religiosa de claustro.

“Ela foi uma mãe dentro da comunidade do Carmelo. Converteu-se em anjo da guarda de muitos sacerdotes”, assegurou Dom Piacenza.

O secretário da Congregação para o Clero indicou que na história recente da Igreja não se dedicou um ano aos sacerdotes.

Não obstante, em ocasiões anteriores se realizaram vários encontros internacionais, entre 1996 e 2004, que tiveram lugar em Portugal, Costa do Marfim, México, Terra Santa, Roma e Malta.

Mais informações e reservas para participar do encerramento do Ano Sacerdotal, em http://www.josp.com ou no e-mail a.sacerdotalis@orpnet.org.

Anúncios
Categorias:Uncategorized

Carta aos sacerdotes sobre a obediência

novembro 25, 2009 Deixe um comentário


Carta aos sacerdotes sobre a obediência
Pelo arcebispo Mauro Piacenza, secretário da Congregação vaticana para o Clero

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 24 de novembro de 2009 * * *

“Prometes filial respeito e obediência a mim e aos meus sucessores?”

(Pontificale Romanum De Ordinatione Episcopi, presbyterorum et diaconorum,

editio typica altera, Typis Polyglottis Vaticanis 1990).

Caríssimos irmãos no sacerdócio

Ainda que não estejam vinculados pelo voto solene de obediência, os ordinandos fazem a promessa de “filial respeito e obediência” ao próprio Bispo e aos seus sucessores. Se, por um lado, é diferente o estatuto teológico entre um voto e uma promessa, idêntico é o compromisso moral definitivo e total, idêntica é a oferta da própria vontade à vontade de um Outro: à vontade Divina, eclesialmente mediada.

Num tempo como o nosso, fortemente marcado pelo relativismo e pelo democratismo, com vários autonomismos e libertarismos, parece ser sempre mais incompreensível uma tal promessa de obediência. Normalmente é concebida como uma diminutio da liberdade humana, como um perseverar em formas obsoletas, típicas de uma sociedade incapaz da autêntica emancipação.

Nós, que vivemos a obediência autêntica, bem sabemos que não é assim. A obediência na Igreja não é contrária à dignidade e ao respeito da pessoa e não deve ser concebida como uma subtração de responsabilidade ou como uma alienação.

O Ritual latino utiliza um adjetivo fundamental para a justa compreensão de tal promessa. Define a obediência somente depois de ter inserido o “respeito”, devidamente adjetivado com “filial”. Ora, o termo “filho” em todas as línguas é um nome relativo, que implica a relação entre o pai e o filho. Justamente neste contexto relacional deve ser compreendida a obediência que um dia prometemos. O pai, neste contexto, é chamado a ser realmente pai, e o filho, a reconhecer a própria filiação e a beleza da paternidade que lhe é doada. Tal como informa a lei natural, ninguém escolhe o próprio pai e, da mesma forma, ninguém escolhe os próprios filhos. Somos, portanto, todos chamados – pais e filhos – a ter uma visão sobrenatural, de grande misericórdia recíproca e de grande respeito. Trata-se de ter a capacidade de olhar ao outro tendo presente o Mistério bom que o gerou e que sempre, ultimamente, o constitui. O respeito é, em linha de máxima, simplesmente este: olhar a alguém tendo presente a um Outro!

Só em um contexto de “respeito filial” é que se torna possível uma autêntica obediência, que não será apenas formal, mera execução de ordens, mas apaixonada, completa, atenta e capaz de gerar frutos de conversão e de “vida nova” naquele que a vive.

A promessa é feita ao Bispo do tempo da Ordenação e aos seus “sucessores”, justamente porque a Igreja procura evitar os excessos personalistas. Coloca no centro a pessoa, mas não os subjetivismos que desvinculam da força e da beleza – histórica e teológica – da Instituição. Também na Instituição, que é de origem divina, habita o Espírito Santo. A instituição é, por sua própria natureza, carismática e, neste sentido, estar livremente ligada a ela, no tempo (sucessores) significa poder “permanecer na verdade”, permanecer n’Ele, presente e operante no seu corpo vivo que é a Igreja, na beleza da continuidade temporal, no passar dos séculos, que nos une indivisivelmente a Cristo e aos Apóstolos.

Peçamos à Ancilla Domini – que é a obediência por excelência, Aquela que também na fatiga exultou dizendo: “Eis-me aqui a escrava do Senhor, faça-se em mim segundo a vossa palavra” – a graça de uma obediência filial, plena, alegre e pronta; uma obediência que nos livre de todo protagonismo e que possa mostrar ao mundo que é realmente possível doar tudo a Cristo e ser plenamente realizados e autenticamente homens.

X Mauro Piacenza

Arcebispo tit. de Victoriana

Secretário

Categorias:Uncategorized

Evangelização não precisa de sacerdotes "showman"

novembro 21, 2009 Deixe um comentário

Dom Piacenza: evangelização não necessita de sacerdotes “showman”
Dia de estudo em Roma sobre comunicação e sacerdócio

ROMA, sexta-feira, 20 de novembro de 2009 (ZENIT.org).- “Para a evangelização, não servem os sacerdotes showman que vão à televisão”, declarou o secretário da Congregação para o Clero, arcebispo Mauro Piacenza.

O prelado falou nessa quarta-feira em um Dia de Estudo sobre “A comunicação na missão do sacerdote”, organizado pela Faculdade de Comunicação da Universidade Pontifícia da Santa Cruz, em Roma.

Ele afirmou que “a comunicação deve favorecer a comunhão na Igreja, que, do contrário, converte-se em protagonismo individual ou, o que ainda é mais grave, introduz divisão”.

Também indicou que “o sacerdote não deve improvisar quando utiliza os meios de comunicação, nem deve comunicar a si mesmo, mas os dois mil anos de comunhão na fé”, uma mensagem que “só pode ser transmitida através da experiência própria e da vida interior”.

Também interveio o professor Philip Goyret, professor de eclesiologia e teologia sacramental na Universidade Santa Cruz.

Ele explicou que, de alguma maneira, a dimensão comunicativa pertence à essência de todo sacerdote, “seja em si mesmo enquanto que sacramentalmente representa Jesus Cristo e portanto deve viver conforme aquilo que representa, ou enquanto portador de graça e ministro da Palavra de Deus”.

Portanto, acrescentou, “consagração e missão são correlativas: a Palavra dá sentido ao testemunho e o testemunho dá credibilidade à Palavra”.

O professor Sergio Tapia-Velasco, docente na Faculdade de Comunicação da Santa Cruz, afirmou que a homilia dominical pode-se converter em um momento privilegiado da transmissão da Palavra.

E lamentou que em contrapartida se assista frequentemente a “tantas homilias longas e chatas”.

Categorias:Uncategorized

Papa: “A fome é o sinal mais cruel e concreto da pobreza”

novembro 17, 2009 Deixe um comentário

ROMA, segunda-feira, 16 de novembro de 2009 (ZENIT.org).- A fome é o “sinal mais cruel e concreto da pobreza” e não tem “uma relação de causa-efeito com o aumento da população”, afirmou Bento XVI nesta segunda-feira de manhã, na sede da FAO em Roma.
O Papa interveio na sessão de abertura da Cúpula Mundial sobre Segurança Alimentar, que se realiza de 16 a 18 de novembro, em Roma.

“A terra pode nutrir suficientemente todos os seus habitantes (…) porque, ainda que em algumas regiões se mantenham baixos níveis de produção agrícola por causa também de mudanças climáticas, tal produção é globalmente suficiente para satisfazer tanto a demanda atual como a que se pode prever no futuro.”

Colaborar para um “desenvolvimento humano integral”

Segundo o pontífice, “ainda que os países mais pobres se integraram na economia mundial de maneira mais ampla que no passado, a tendência dos mercados internacionais os torna em grande medida mais vulneráveis e os obriga a ter de recorrer às ajudas das instituições intergovernativas”.

A cooperação, indicou, deve ser “coerente como princípio de subsidiariedade”. Por isso, é necessário “envolver as comunidades locais nas opções e decisões referentes à terra de cultivo”, indicou.

“Porque o desenvolvimento humano integral requer decisões responsáveis por parte de todos e pede uma atitude solidária que não considere a ajuda ou a emergência em função de quem põe à disposição os recursos ou de elite que existem entre os beneficiários”, acrescentou.

A solidariedade para o desenvolvimento dos países pobres, por outro lado, pode chegar a ser também uma “via de solução para a atual crise global”, sugeriu.

Contra a fome: consciência solidária

Bento XVI também alertou contra o perigo de considerar a fome como um fenômeno “estrutural, parte integrante da realidade sociopolítica dos países mais fracos, objeto de um senso de resignada amargura, quando não de indiferença”.

“Não é assim nem deve ser assim! – exclamou. Para combater e vencer a fome, é essencial começar por redefinir os conceitos e os princípios aplicados até hoje nas relações internacionais.”

Neste sentido, indicou a importância de buscar “novos parâmetros – necessariamente éticos e depois jurídicos e econômicos – que sejam capazes de inspirar a atividade de cooperação para construir uma relação paritária entre países que se encontram em diferentes graus de desenvolvimento”.

Ao mesmo tempo, é necessário “entender as necessidades do mundo rural”, descartando a possibilidade de ser considerado “de modo míope, como uma realidade secundária”; e favorecer o acesso ao mercado internacional dos produtos procedentes das áreas mais pobres, “hoje frequentemente relegados a espaços limitados”, disse.

Também pediu que não se esquecessem “dos direitos fundamentais das pessoas, entre os quais se destaca o direito a uma alimentação suficiente, saudável e nutritiva, e o direito à água”.

Para alcançar estes objetivos, “resgatar as regras do comércio internacional da lógica do proveito como um fim em si mesmo, orientando-as em favor da iniciativa econômica dos países mais necessitados de desenvolvimento, que, dispondo de maiores entradas, poderão caminhar rumo à autosuficiência, que é o prelúdio da segurança alimentar”.

Referindo-se à encíclica Caritas in veritate, Bento XVI também recordou a necessidade de uma “consciência solidária, que considere a alimentação e o acesso à água como direitos universais de todos os seres humanos, sem distinção nem discriminações”.

“Não é possível continuar aceitando a opulência e o desperdício, quando o drama da fome adquire cada vez maiores dimensões”, indicou.

“Reconhecer o valor transcendente de cada homem e mulher é o primeiro passo para favorecer a conversão do coração, que possa sustentar o esforço para erradicar a miséria, a fome e a pobreza, em todas as suas formas.”

O desenvolvimento respeita o meio ambiente

Os métodos de produção alimentar, recordou o bispo de Roma, impõem igualmente uma “análise atenta da relação entre o desenvolvimento e a tutela ambiental”.

Desse ponto de vista, deve-se aprofundar nas conexões existentes “entre a segurança alimentar e o fenômeno preocupante da mudança climática”, levando em conta o lugar central da pessoa humana e sobretudo as populações mais vulneráveis.

Para isso, concluiu, não bastam “normativas, legislações, planos de desenvolvimento e investimentos”, mas “uma transformação nos estilos de vida pessoais e comunitários, no consumo e nas necessidades concretas”; e sobretudo “ter presente esse dever moral de distinguir nas ações humanas o bem do mal, para redescobrir assim o vínculo de comunhão que une a pessoa e o criado”.

O diretor geral da FAO, Jacques Diouf, definiu a presença do pontífice como um evento excepcional, que confere à cúpula uma forte dimensão espiritual.

“A Igreja sempre teve como responsabilidade o alívio da pobreza dos mais necessitados”, destacou.

Também desejou que a presença do Papa permita levar a luta contra a fome “a um nível de responsabilidade coletiva e de ética que transcenda os interesse nacionais e regionais, para reafirmar com voz clara e forte o direito à alimentação, o primeiro dos direitos humanos”.

Esta foi a 5ª visita de um papa à sede da FAO de Roma. Bento XVI estava acompanhado pelo secretário de Estado, cardeal Tarcisio Bertone; pelo arcebispo Filoni, substituto da Secretaria de Estado; por Dom Mamberti, secretário para as Relações com os Estados; e Harvey, prefeito da Casa Pontifícia.

Também pelo bispo De Nicolò, regente da Prefeitura; por Dom Gänswein, seu secretário particular; e Volante, Observador Permanente da Santa Sé nas organizações e organismos das Nações Unidas para a alimentação e a agricultura.

Atualmente, 1,02 milhão de pessoas estão desnutridas.

Categorias:Uncategorized

APLAUSOS DO INFERNO

novembro 15, 2009 Deixe um comentário

EXTRAIDO DO BLOG
http://contra-o-aborto.blogspot.com/

***

Aplausos do inferno (original em http://www.catholicexchange.com/node/60441)

Pe. Frank Pavone (*)

Se pensamos no inferno, imaginamos gritos vindos das chamas, ou a risada sinistra do demônio. Mas o som que recentemente de lá ouvi foi o som de aplausos.

O que eu escutei foi uma fita de áudio de um médico — Dr. Martin Haskell — dando uma apresentação no 16o. Encontro Anual da Federação Nacional de Abortos (National Abortion Federation), em 1992, na cidade de San Diego. Foi uma reunião de abortistas — homens e mulheres que tiram seu sustento da morte de bebês. Haskell estava descrevendo para sua audiência como fazer um aborto em uma gestação já avançada. Eis as palavras do médico sobre o procedimento:

“O cirurgião então introduz o fórceps (…) através dos canais vaginal e cervical (…) Ele então move a ponta do instrumento cuidadosamente até uma das extremidades inferiores do feto e puxa esta extremidade até a vagina (…) O cirurgião então utiliza seus dedos para puxar a outra extremidade, e depois o torso, depois os ombros, e as extremidades superiores. O crânio está fixado mais internamente. O feto é posicionado (…) a coluna vertebral mantida ereta (…) O cirurgião então pega com a mão direita uma tesoura curva Metzenbaum de ponta achatada (…) força a tesoura na base do crânio — abre a tesoura para alargar a abertura. O cirurgião introduz então um catéter de sucção neste buraco e suga o conteúdo do crânio.”

Haskell, tendo descrito estes detalhes brutais, mostra à sua audiência um vídeo no qual ele mesmo executa estes procedimentos. Ao final do vídeo, após o som da máquina de sucção retirar o cérebro da cabeça do bebê, a audiência aplaude.

Isto, meus amigos, é o aplauso do inferno.

Várias vezes falamos sobre “as chamas do inferno”. É também verdade, contudo, dizer que o inferno é muito frio. É a ausência de toda consciência, de qualquer piedade, de todo amor. Este tipo de inferno é refletido neste mundo quando um grupo de seres humanos pode se sentar em torno de um vídeo, assistir alguém deliberadamente assassinar um bebê, e então aplaudir. Este é o coração e a alma da indústria do aborto. Este é o coração e a alma dos “pró-escolha”.

É exatamente a mesma fria atitude pela qual o Dr. Bernard Nathanson (**) se arrependeu. Ele descreve sobre como se sentiu após matar seu próprio filho em um aborto. “Eu juro que não tive sentimento algum fora a satisfação do sucesso, o orgulho do conhecimento. Ao inspecionar o conteúdo resultante do procedimento, senti apenas a satisfação de saber que eu havia feito um trabalho meticuloso (“The Hand of God”, p. 60).

Estou convencido que a principal e mais eficiente forma de lutar contra o aborto é expô-lo. As pessoas precisam ouvir descrições do procedimento, ver como é feito, e ter apenas uma idéia sobre a completa corrupção da indústria do aborto. São Paulo assim diz aos Efésios: “não tenhais cumplicidade nas obras infrutíferas das trevas; pelo contrário, condenai-as abertamente” (Ef. 5:11). Vamos colocar as palavras de São Paulo em prática e espalhar a informação deste artigo.

—–
(*)O padre Frank Pavone é um dos mais ativos militantes Pró-Vida dos E.U.A. (http://www.priestsforlife.org/intro/ffbio.html )

(**) Médico americano que foi um dos principais ativistas Pró-Aborto. Admitiu ser responsável por 75.000 abortos. Arrependido de seus atos, converteu-se em militante da causa Pró-Vida e é um dos principais responsáveis pela exposição dos métodos obscuros do movimento favorável ao aborto.

Categorias:Uncategorized

Sobre a decisão de retirar os crucifixos das escolas da europa

novembro 9, 2009 Deixe um comentário


Aquele Crucifixo somos nós, porque aquele Cristo morreu sobre a cruz representa o humano sofrimento que se doa aos outros, representa o eu que se faz nós diante da dor da história.

A Corte europeia que deseja arranca-lo das nossas salas de aula mostra o rosto desumano de quando a instituição se faz somente alta burocracia fria e morta.

Aqui não está minimamente em questão a liberdade religiosa ou o espírito laico. Aqui está em discussão a nossa capacidade de recordar quem somes, de compreender de onde viemos, de raciocinar sobre aonde vamos.

A velha Europa tem naquele Crucifixo um essencial cimento de amor, de história, de riqueza, de progresso. Hoje aquele símbolo é sinônimo de paz e de dor que se torna renascimento e, portanto, símbolo de futuro.

Pedimos a todos que se oponham a esta nojeira jurídica que nos distancia furiosamente da própria ideia de Europa.

Nós não queremos paredes vazias e brancas ao nosso redor. Queremos os sinais daquilo que somos, queremos aquele Crucifico que nos exorta, nos observa, nos empurra a fazer o melhor.

Categorias:Uncategorized